As luzes, o pó e a poeira A beira do rio, um fio que corta o sertão. Minha alma viva ser tão frágil mas corro Sou fugaz e ágil, Um plágio quixotesco...
Cansei! Aquele monstro obscuro que vive esgueirando-me não deverá mais viver. Um monstro de escuridão que vem me perseguindo a tempos. Não o darei trégua. Estou com minha espada da fé, Meu escudo bondade, e meu cavalo da vontade. Recolherei-me nos que me amam, o alimento e vitamina. Mostrá-lo-ei meu armamento e perícia. Não sobrará medo, dor, tristeza. Não sobrará nada.
Suor... ELA com seu jeito safado querendo me comer. Uma mulher que é santamente PUTA com sua volúpia bruta e uma vontade insaciável de fuder. Sim! ELA não quer tranquilidade e afago. ELA quer ser fodida. ELA quer que eu meta como nas loucuras de Roma ELA rosna.
me usa. me chupa. Ahhh!!! ela engasga, lacrimeja e ri. ELA me sufoca com sua buceta. ELA não tem vagina ELA tem buceta. ELA tem tudo, minha boca se ajeita entre suas pernas.
ELA não tem métrica..
Te coloco de quatro. ELA sorri. Abro sua bunda e entro como um animal. Entro sem dó ou piedade. Abro com ardor seu cu apertado e lubrificado. Morde meu pau. Ela delira. ELA chora e manda fuder. ELA se molha. me olha. Segura minha mão, encosta a cabeça no chão e me manda rasgar-la.
ELA é dona do meu pau. ELA tira meu caralho enterrado e chupa. bate na minha cara. me tara. ELA quer gozar! Bateu-me novamente na cara. Sentou no meu caralho e me insultou. ELA é PUTA. ELA quer minha porra. ELA quer meus palavrões. É ELA. ELA não se define. ELA quer... ELA tem..
E a cobra engoliu um sapo O sapo que pulava todos os dias perto da lago O sapo foi saltitante mas nesse instante, O sapo foi devorado. A cobra engoliu o sapo O sapo era canalha Não seria degustado tão facil Ardiloso
Pela garganta descia o sapo Que coaxava atordoado No pescoço engarranchado Feito nó dos amargurados
E a cobra que engole sapo Morreu com ele engasgado...
No leito de morte imortalizei O frio que vinha do sul me sucumbiu na minha máxima força E assim o inferno de Dante diante dos meus olhos se tornaram luz Me pus em círculo, um ícone a ser cercado... Suspiro... Me encolho, contorço e giro... São as duas frases de um mesmo grito...
O frio habita as ruas. As mãos geladas Os pés quietos. Pessoas andam... Andei sem rumo apenas para me esquentar. Esquentar... O frio permeia minha alma. Congela minha retina. Não enxergo, apenas tremo. Congelando das veias ao fêmur. A congelei as mãos. Meu corpo frio congela tudo ao redor. Ela veio estender-me a mão. Acho que era para aquecer-me então Mas ela vinha do frio também. E as mãos dadas era para esquecer a solidão. Talvez o frio venha da falta de abraços. Talvez do vento frio do caminho. Pode ser da falta de passos. Ou da falta do vinho...